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Itinga MG

 

Cidade: Itinga

Fundação: 31 de dezembro de 1943 (67 anos)

População 2010: 14.407

Densidade geográfica: 8,78 hab./km²

Área da unidade territorial (Km²): 1.650

Código do município: 313400        

Gentílico: Itinguense

Geografia: Sua população estimada em 2004 era de 14.003 habitantes.

Hidrografia: BACIA RIO JEQUITINHONHA

Rodovias: BR-367, BR-116

Clima: semi-árido

Fuso horário:UTC-3

Administração (2009/2012); Prefeito: Charles Azevedo Ferraz (2009/2012                                                Vice-prefeito: Pretinha          Presidente da câmara: Manoel Cardoso de Brito (2011/2012)

Site da prefeitura:

Localização no Brasil:

Localização de Itinga no Brasil
16° 36′ 46″ S 41° 45′ 54″ O16° 36′ 46″ S 41° 45′ 54″ O
Unidade federativa  Minas Gerais

 

Unidade federativa:  Minas Gerais

Mesorregião: Jequitinhonha IBGE/2009

Microregião:Araçuaí IBGE/2008

Municípios limítrofes: COMERCINHO
RUBELITA
CORONEL MURTA
ARACAI
PONTO DOS VOLANTES
ITAOBIM
MEDINA

Distância até a capital: 635 km

IDH:  0,624 médio PNUD/2000[4]

PIB:  R$ 53 411,901 mil IBGE/2008[5]

PIB per capita: R$ 3 528,57 IBGE/2008[5]

Histórico (história da cidade):

 

 

A história de Itinga (vocábulo quer dizer Água Branca ou Rio de Águas Claras) não difere muito da história das demais cidades da região. Ainda há muito pouco material pesquisado que possa efetivar a comprovação dos fatos. Mas, o fato é que os primeiros colonizadores que chegaram foi na busca de ouro e diamantes. A região era habitada por índios da tribo dos Botocudos, que ora alguns documentos dizem que foram hostis e resistentes, ora falam que não se opuseram.O fato é que de uma forma ou de outra o colonizador se sobrepôs.
Essas terras pertenciam Capitania da Bahia. Por volta de 1804, por ordem do governador da Capitania, o capitão-mor João da Silva Santos, fazendo um reconhecimento da região, subiu o rio Jequitinhonha com sua frota de canoas até onde hoje é Itira, na época Barra do Pontal, onde os rios Jequitinhonha e Araçuaí se encontram.
Em 1810, por ordem do príncipe regente D. João VI, chega à região o alferes Julião Fernandes Leão que vai fundar os acampamentos militares, que ficaram conhecidos com “Quartéis”, que na verdade eram postos de fiscalização para conter o contrabando de diamantes e ouro e para resolver as contendas. A cada 50 léguas criava se um “Quartel”, em Itinga foi instalado as margens do córrego Teixeira, na margem direita do Jequitinhonha. Na mesma época o alferes abriu uma estrada margeando a direita do Jequitinhonha desde onde o córrego Piauí deságua até Belmonte na Bahia.
Nessa parte da história há um espaço vazio, não há relatos ou documentos do porque que a origem da cidade não foi na região do Quartel, mas sim, na Barra do rio Itinga, na outra margem do rio distante dezenas de quilômetros.
Os primeiros povoadores foram: Romão da Silva Cardoso, Maria Antunes de Oliveira e Agostinho Maria de Jesus. Em 1817, estabelece na região da Barra do rio Itinga o tenente Martiniano Antunes de Oliveira, o fazendeiro João Batista Lobato e Manoel de Jesus Maria e vão formar o arraial Santo Antonio da Barra de Itinga.
Em 1831 passou a se distrito de paz do município do Rio Pardo e em 1840 é transferido para o município de Minas Novas pela Resolução Provincial nº 167.
Em 1841, Martiniano Antunes de Oliveira e João Batista Lobato, donos de grandes extensões de terras, doam um terreno situado a um quarto de léguas ria acima, numa área de terreno mais elevado, para que o arraial seja transferido. Neste mesmo ano o senhor Manoel de Oliveira Castro se transfere para o novo local e outros vão chegando. Em 1842 erigiram uma capela com a cooperação do missionário Padre Antonio Spínola e do capuchinho frei Domingos Casali, o arraial foi crescendo, tornou se o entreposto comercial mais importante nas negociações das tropas que traziam produtos do sertão com os canoeiros que levavam e traziam mercadorias para o sul, o comercio da região convergia se todo aqui.
Em 1854 é elevada a categoria de Paróquia pela Lei 670. Em 1891 deixa de pertencer a Minas Novas e passa a ser distrito de Araçuaí pela Lei estadual 843 de 7 de setembro de 1923.
Itinga, que ainda era Santo Antonio da Barra de Itinga, atinge seu auge econômico entre 1880 a 1904, nesse período além do forte comércio, o senhor João Antonio da Silva Pereira em sociedade com o senhor Candido Freire Murta, aproveitando a produção de algodão que era farta na região, instala na fazenda Água Fria a “Fabrica de Tecidos Bom Jesus da Lapa da Água Fria” – Companhia Pereira e Murta, com maquinas pesadíssimas importadas da Europa, trazidas por canoas e tração animal. Também é instalada na região de Santa Maria uma fabrica de açúcar e rapadura. Anos mais tarde, alguns relatam que em 1904 outros que em 1928, a fabrica de tecidos fecha, por problemas de ordem econômica e administrativa ou pela enchente de 28, o fato é que afetou profundamente a economia, estacionando seu progresso. E com a enchente só piorou, um dos fatores que explicam porque somente em 1943 é que foi emancipada.
Pela Lei 1058 de 31 de dezembro de 1943 Itinga é emancipada com este nome.

Calendário de festas:                     

NOVEMBRO
         Lavagem do Largo do Caranguejo/Itinga: Realizada em data móvel, a festa mantém as características da festa original, criada há mais de duas décadas. A festa retrata a identidade da comunidade do bairro – com um população de mais 90% de afrodescentes. Baianas, capoeiristas, grupos culturais e bandas participam do cortejo que arrastava milhares de pessoas.

26/11 :  Dia da Escrava Feliciana 

 

Curiosidades da cidade:

CORONEL ILDELFONSO FREIRE MURTA
 

 

Coronel Ildefonso Freire Murta, foi uma das figuras mais importantes do municipio de Itinga no final do seculo XVIII e iniciou do de IX, foi presidente da Conferencia Vicentina de Itinga desde a fundação em 1906 até a sua morte 1927, Foi diretor da Fabrica de tecidos de Itinga a ” Pereira Murta e Cia”, Idealizou no iniciou do seculo IX a primeira escola para alfabetização de Adultos em Itinga, Foi Juiz de paz e era muito preocupado com os menos afortunados deixou um legado atraves de suas ações e de seus descendetes que muito contribui para o avanço da cidade.

As Minas Gerais – Biblioteca do Pertencimento propõe a inclusão cultural através da oportunidade do PERTENCIMENTO dos cidadãos, em todas as escalas sociais através do registro de suas HISTÓRIAS pessoais, oriundas do conhecimento, da tradição oral, do trabalho ou das ações cotidianas, vinculando sua existência a terra onde nasceu.
A Tratos Culturais é a produtora e gestora operacional e a Seven Internet (www.seven.com.br) é a provedora tecnológica d´AS MINAS GERAIS.
O Pertencimento Cultural é a percepção de uma identidade cultural entendida como um sistema de crenças, tradições orais, atitudes e comportamentos coletivos; uma percepção de fazer parte, integrar, partilhar, pertencer a uma comunidade, religião ou tribo, que compartilham certas características como costumes, tradições e sentimentos de lugar.

BIBLIOTECA AUDIOVISUAL DO PERTENCIMENTO CULTURAL DE ITINGA

Este trabalho é oriundo do Projeto 0102/01/2007/FEC, com Patrocínio Cultural do BDMG, através do Fundo Estadual de Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais. Itinga, José Claudionor (JÔ).

0Av Brasil, 100
Planalto, Itinga – MG tel: (33) 37331468

 

Pousada Monte Sião

AVENIDA ARAÇUAI, 300 (PORTO ALEGRE) – Itinga
CEP: 39610000
Distância do Centro: 1000 m

Tel: 3337331179

Restaurante e Bar Tropicaliente

0Av. Maria Antônia Gonçalves Reis, 65
Centro, Itinga – MG tel: (33) 37331239

Restaurante Cheiro Verde  

R. João Menezes, 285 Itinga MG  

Cep: 39610-000 Tel: (33) 3733.1226

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